Por Augusto Nunes, 04/09/2015,
www.veja.com.br
De novo, Dilma Rousseff recitou nesta sexta-feira
que o Orçamento com rombo ─ outra brasileirice indecorosa ─ comprova que o
governo “optou por um caminho de transparência e verdade”. É uma confissão e
tanto: como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, a presidente
admitiu publicamente que vem percorrendo há quase cinco anos o atalho da
mentira. Não é pouca coisa.
E não é tudo, informou a continuação da
discurseira: segundos depois de garantir que se regenerou, Dilma ampliou o
acervo colossal de tapeações. Disse, por exemplo, que cortou todos os gastos
que poderiam ser cortados. Conversa de 171. Continuam abertos, entre tantos
monumentos à gastança irresponsável, os 10 ministérios que prometeu fechar na
semana passada sem sequer revelar quais eram.
Mais: não foi extinto nenhum dos milhares de cargos
de confiança, ocupados por gente que não merece a confiança de gente que presta;
que tornam criminosamente obesa a folha de pagamento federal. A cada dia, cerca
de 10 mil brasileiros são alcançados pela onda de desemprego. Não existe um
único petista desempregado. Todos desfrutam da vadiagem remunerada com dinheiro
extorquido dos pagadores de impostos.
Todos são comprovadamente inúteis ─ e, portanto,
dispensáveis. Começando por Dilma Rousseff.
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